
Fondation Louis Vuitton: (quase) 300 obras para sonhar em equilíbrio com Calder
Eis um motivo que nos faz querer pegar um avião para Paris agora mesmo: conferir a nova exposição de Alexander Calder (1898–1976), na Fondation Louis Vuitton, em Paris.
Calder. Rêver en Equilibre reúne quase 300 obras em uma retrospectiva que explora todas as facetas do artista criador do móbile, para celebrar dois marcos: o centenário de sua chegada à Paris e os 50 de sua morte. Ao longo de um percurso cronológico, a mostra abrange meio século de criação, desde o final dos anos 1920, e destaca as principais preocupações de Calder: o movimento, acima de tudo, além de luz, reflexo, materiais, gravidade e interação entre os espaços.
Destaque para Cirque Calder — que retorna a Paris graças a um empréstimo do Whitney Museum de Nova York —, e esculturas que redefiniram a arte pública nas décadas de 1960 e 1970.
Obras de amigos do artista como Jean Arp, Barbara Hepworth, Jean Hélion e Piet Mondrian, bem como de Paul Klee e Pablo Picasso, completam a exposição e situam o lado mais inventivo de Calder dentro do movimento de vanguarda.
Entre todas as exposições de arte moderna monográfica que o museu já montou, esta é a primeira que ocupa, além dos espaços expositivos, o jardim do museu. Isso porque a obra de Takashi Murakami, que ocupava o espaço, foi finalmente removida. Calder jamais poderia ser limitado a uma dimensão lúdica, mas é a leveza e a profundidade que torna a exposição tão irresistível de se visitar, em um momento em que isso se faz muito necessário.
A exposição fica em cartaz até 16 de agosto.


For You



Teatro musical no Brasil: o que sustenta o boom e o que ainda limita o setor

O nobre motivo que traz a primeira bailarina do The Royal Ballet ao Rio

Zico, O Samurai de Quintino: a construção do craque do futebol baseada em rígidos valores pessoais

West is best. O melhor da Arte na Costa Leste Americana

Conheça a Barnes Foundation, uma joia escondida na Filadélfia

A maior coleção de design da história da Sotheby's





