No ano 2000, Leona Forman criou a BrazilFoundation, organização filantrópica internacional fundada para conectar pessoas e empresas a instituições que têm como objetivo transformar o Brasil por meio da promoção da equidade, da justiça socioambiental e da ampliação de oportunidades.
Ao longo destes últimos anos, já foram mais de US$ 60 milhões investidos no Brasil por meio de mais de 1.100 organizações que atuam em diferentes setores, de norte a sul do País.
O trabalho da BrazilFoundation vai muito além dos bailes de gala que acontecem em São Paulo, do recente em Trancoso, e do de Nova York – cuja próxima edição, de número 23, está marcada para 17 de setembro, no The Plaza Hotel. Além das noites de fundraising – que hoje representam a principal fonte de recursos para os editais da instituição com a venda de mesas e os leilões, beneficiando diversas organizações por, no mínimo, dois anos –, a BrazilFoundation também tem outras frentes importantes de atuação.
“Além dos eventos de fundraising, atuamos com parceiros estratégicos: empresas que nos procuram com um recurso para montarmos uma estratégia filantrópica para elas. E além disso, também existem os Donor Advised Funds – famílias ou indivíduos que querem apoiar organizações sociais no Brasil com recursos fora do País, e que a BrazilFoundation entra com a gestão de recursos,” diz Leila Cocito, Diretora de Desenvolvimento e Comunicação da BrazilFoundation.
Na prática, o trabalho da BrazilFoundation funciona como uma ponte que conecta filantropos, lideranças e parceiros internacionais a organizações sociais que fazem o trabalho acontecer. Essa atuação passa não só pela curadoria das organizações apoiadas, mas também pelo acompanhamento e suporte do impacto que, de fato, acontece no dia a dia.
A maior parte do investimento filantrópico vai para a área da educação, mas a BrazilFoundation também atua na área de equidade de gênero, empreendedorismo negro, de saúde mental, de mudanças climáticas e do meio ambiente, por exemplo – com grandes, médias e pequenas organizações sociais brasileiras.
É justamente do meio ambiente que vem um dos prêmios inéditos da BrazilFoundation, que será concedido na noite do gala de Nova York. Pela primeira vez, a instituição irá apresentar o Cultural & Environmental Legacy Award, que reconhece a atuação do Instituto Burle Marx na preservação e catalogação do trabalho do artista e paisagista, além da promoção de debates e iniciativas de educação focados em arte, natureza e planejamento urbano.
“O New York Gala é o principal evento anual de captação de recursos para a BrazilFoundation, um momento de celebração e de mobilização da comunidade brasileira e internacional com foco no impacto social no Brasil. E nesta edição, o Instituto Burle Marx receberá o prêmio inédito pelo legado cultural e ambiental. Isso faz todo sentido porque agora, mais que nunca, a gente quer falar ainda mais sobre meio ambiente,” diz Tiffany Kearny, Presidente e CEO da BrazilFoundation.

Além deste prêmio, a noite também terá outras duas homenagens: uma ainda mantida em segredo, a outra para Alessandra Ambrosio, grande homenageada da noite e parceria da BrazilFoundation há mais de 15 anos. A modelo irá receber o Philanthropy Leadership Award, pela mobilização e compromisso com as transformações sociais de impacto duradouro, como o Brazilian Soul Fund – iniciativa criada por ela para apoiar crianças, mulheres, ações de meio ambiente e comunidades em situação de desastre.

Outra novidade da edição será Daniel Urzedo no posto de chair. Responsável por conectar empresários, celebridades e personalidades envolvidas com a causa, o empresário brasileiro vive nos Estados Unidos há mais de 20 anos e foi um dos articuladores por trás do Brazilian Soul Fund, lançado em Cannes em 2024.
“Minha parceria com a BrazilFoundation existe praticamente desde o início e ser convidado para o posto de chair foi uma grata surpresa. Sempre busquei olhar para o meu trabalho com algum ponto de vista de filantropia. E o reconhecimento do trabalho da Alessandra, a exemplo do Brazilian Soul, é algo realmente especial. Ela representa uma geração de brasileiros que utiliza sua projeção global para criar oportunidades concretas de impacto,” diz Daniel.
Como chair, o empresário apresenta um time de peso que faz parte do comitê desta edição do gala de Nova York: Amalia Spinardi, Carolina Doria, Carolina Mendes e Vladimir Roitfeld, Francisco Costa, Frida Aasen e Tomasso Chiabra, Gaia Repossi, Giulia Be e Conor Kennedy, Jayma Cardoso, Livia e Adibe Marques, Mateus Farah, Paula Bezerra de Mello, Taciana Veloso, William Thomas Conte.
A noite também terá um show especial, seguindo a tradição. “O Gala de Nova York é muito diferente do Gala de São Paulo, por exemplo. Isso porque, em Nova York, a gente acaba movimentando o mercado financeiro com mesas da Citi, da UBS, do Goldman Sachs, do Safra. É uma noite de networking, com parceiros e convidados especiais ligados ao Brasil e pensando em filantropia. São pessoas que acreditam que podem fazer a diferença num País cheio de desigualdade. Nossa missão é apoiar a equidade, a justiça socioambiental e a ampliação de oportunidades com instituições que, de fato, estão fazendo a diferença na vida das pessoas,” completa Leila.















