9 curiosidades sobre a Fórmula 1

9 curiosidades sobre a Fórmula 1

Temperaturas elevadas a 50°C, capacete com mecanismo secreto e a história da tradição do banho de champagne

É fim de semana de Fórmula 1 em São Paulo e os maiores entusiastas de automobilismo se preparam para acompanhar a decisão do GP de Interlagos neste domingo. Ainda sem um vencedor definido, a certeza é que o pódio será comemorado com um banho de champagne, tradição desde 1966. O Page9 reuniu 9 curiosidades, como essa, que vão te acelerar. 

Em uma única corrida, os pilotos podem perder até 4 kg devido ao esforço físico intenso e às altas temperaturas.

Hot! O calor gerado pelos motores, a falta de ventilação e os equipamentos dos pilotos fazem com que a temperatura dentro dos cockpits ultrapasse 50°C.

Em curvas rápidas, os pilotos enfrentam forças de até 6 vezes a gravidade, cerca de 30 kg sobre o pescoço. Para manter a cabeça firme e os olhos na pista, treinam a região 30 minutos por dia com pesos e faixas de resistência.

O capacete tem um tubo que permite o piloto beber cerca de 1 litro de líquido com eletrólitos durante a corrida e é acionado por um botão no volante.

2 segundos é o tempo que a equipe de apoio leva para trocar os 4 pneus de um carro. São 12 mecânicos que seguem rotinas de treino específicas para garantir  agilidade e precisão.

Apenas 5 mulheres foram inscritas para disputar GPs de Fórmula 1 até hoje. A italiana Maria Teresa de Filippis foi a primeira a competir, em 1958; e a última foi a Giovanna Amati, também italiana, em 1992.

Estimado em US$110 milhões por ano, o contrato de naming rights entre a Oracle e a Red Bull Racing, firmado em 2022, é o maior patrocínio da história da F1. O investimento rendeu: em 2023, a equipe venceu 21 das 22 corridas da temporada. 

O banho de champanhe surgiu por acaso em 1966, quando o suíço Jo Siffert comemorava a vitória nas 24 Horas de Le Mans e a rolha de sua garrafa estourou, espalhando a bebida. 

No ano seguinte, o americano Dan Gurney repetiu o gesto ao vencer a mesma prova, transformando a brincadeira em tradição.

Aos 20 anos, o italiano Kimi Antonelli se tornou o campeão mais jovem da história ao conquistar o GP do México, em 1º de novembro de 2026.

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