O termo “old money” que a moda tanto ama também virou conceito na seara pet.
Pense em cães que marcaram a história de cortes, grandes propriedades e famílias aristocráticas — seja como companhia, cães de caça ou simplesmente porque alguém importante decidiu que aquele era o bichinho certo para se ter por perto.
Pembroke Welsh Corgi
Poucos pets podem afirmar que tiveram uma vida tão royal. Elizabeth II ganhou seu primeiro corgi, Susan, em 1944, e a raça passou a fazer parte da vida da rainha até o fim de seu reinado. Foram mais de 30 corgis ao longo de sete décadas — criados dentro e fora do Palácio de Buckingham.

Cavalier King Charles Spaniel
O nome não deixa margem para dúvida sobre a origem do prestígio. Durante o reinado de Charles II, os pequenos spaniels eram companhia constante do rei e estão presentes em diversos retratos da corte inglesa.

Borzoi
Antes de virar um dos cachorros mais elegantes do parquinho, o borzoi tinha uma função bem mais séria: caçar lobos. Criado para acompanhar as caçadas da aristocracia russa, circulava pelas grandes propriedades dos nobres e era criado especialmente para esse tipo de expedição.

Poodle
O poodle nasceu na Alemanha como cão de caça aquática, mas ganhou outro status quando chegou aos salões franceses. Virou companhia da corte, apareceu em retratos de nobres e passou a ser sinônimo de pet de socialite (aka perua).

Papillon
Pequeno, delicado e com um currículo social respeitável. O nome vem do francês para “borboleta”, uma referência às orelhas eretas e franjadas que lembram suas asas. A raça aparece em retratos de famílias nobres europeias desde o século XVI, especialmente na França e na Espanha, e era presença constante nas cortes.

Saluki
O saluki acompanha a história do Oriente Médio, sendo uma das raças mais antigas do mundo. Era criado para a caça de gazelas no deserto e circulava entre famílias reais e nobres da região. Em algumas tradições, podia ser oferecido como presente a reis — o tipo de pedigree que não precisa de explicação.















